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Fintech · Artigo

Duas tentativas e um sim unânime: como chegamos à Endeavor

Adriano Meirinho 1 min de leitura
Adriano Meirinho e Marcelo França, cofundadores da Celcoin, selecionados como Empreendedores Endeavor em 2026

Em 2026, eu e o Marcelo França fomos selecionados como Empreendedores Endeavor. Só cerca de 1% das empresas que entram no processo global são aprovadas. Mas essa história não começou com um sim.

Em 2022 e 2023, a Celcoin passou pela seleção e não avançou. Naquela época, ainda estávamos construindo a plataforma completa, e juntar pagamentos, banking e crédito parecia, para alguns, falta de foco. Entendemos o recado sem mudar a tese.

Voltamos em 2025 com as três frentes entregues, receita diversificada e uma estratégia clara para cada uma. Desta vez, a aprovação foi unânime em todas as etapas: nas entrevistas, no painel local e nas checagens de referência. A banca final contou com Mudassir Sheikha (Careem), Veronica Allende Serra (Innova Capital), Mostafa Amin (Breadfast), Doug Storf (Swap) e Lisa Raggiri (Forward Arc).

Olhando para trás, não foi a primeira vez que um “não” nos ajudou. A Celcoin nasceu em 2016 como uma carteira digital para o consumidor. Em poucos meses, percebemos que aquele modelo não ia escalar, enquanto as primeiras fintechs nos procuravam pela infraestrutura que tínhamos construído para operá-lo. Abandonamos a ideia original e mudamos para B2B antes de o termo BaaS existir.

Hoje a Celcoin tem mais de 800 clientes e oito aquisições. Eu e o Marcelo já investimos como anjos e mentoramos fundadores, e a rede da Endeavor amplia esse trabalho com a próxima geração de empreendedores.

Fonte: https://forbes.com.br/forbes-collab/2026/05/de-executivo-de-banco-a-fundador-da-infratech-que-ninguem-esperava

Autor

Adriano Meirinho · Cofundador e CAIO (Chief AI Officer) da Celcoin. Sobre